"Whenever a theory appears to you as the only possible one, take this as a sign that you have neither understood the theory nor the problem which it was intended to solve". - Karl Popper
quarta-feira, março 28, 2007
A BATALHA DE THERMOPYLAE - vista por Frank Miller
Não sei porque razão está este filme a levantar tanta polémica com os "amigos" Iranianos aqui, e aqui, mais aqui e aqui. Falta de ocupação é o que é. Não têm mais nada com que se entreter e depois só sai asneira. Pois eu tenho uma coisa a dizer acerca disto: «Ide pastar.».
Para a semana, vou a correr ver o filme. Pessoalmente, é a minha batalha favorita logo a seguir à Guerra de Tróia.
terça-feira, março 27, 2007
segunda-feira, março 26, 2007
UM...
sexta-feira, março 23, 2007
DIZ O PÚBLICO DE HOJE:
terça-feira, março 20, 2007
segunda-feira, março 19, 2007
PP ou a essência de ser uma EB 2,3
sexta-feira, março 16, 2007
SERÁ QUE OS «MOÇOS» DO PSD...
quinta-feira, março 15, 2007
terça-feira, março 13, 2007
EUFORIA TOTAL !!!
E eis que é chegado o dia das avaliações e das auto-avaliações no «Tasco» onde trabalho.
Foi uma felicidade que só visto. Não cabia em mim de contente. Penso que até fiz uma nódoa negra quando me atirei ao chão para me rebolar enquanto me ria, a bandeiras despregadas note-se. Que euforia...
Que euforia foi, quando descobri que tinha objectivos...
Que euforia foi, quando descobri que a data da definição dos objectivos era de 5 de Dezembro de 2005...
Que euforia foi, quando descobri que – euzinho – tinha feito uma informação interna a questionar a Direcção do «Tasco», sobre os critérios e a legislação aplicadas à mudança de categoria profissional...
Que euforia foi, quando descobri que a data dessa informação interna é do dia 16 de Janeiro de 2006...
Que giro que vai ser quando eu lhes disser que não posso assinar gaita nenhuma sob pena de me estar a contradizer, uma vez que não posso assinar um documento (ainda por cima de avaliação) com objectivos estipulados e não discutidos de 5/12/2005, quando há um documento posterior de 16/1/2006 – ao qual não foi dada qualquer resposta – a inquirir sobre critérios que estão intimamente relacionados com os objectivos “teoricamente” definidos a 5/12/2005.
Esta é a parte em que eu não mexo um dedo sem o aconselhamento jurídico de um advogado, além do que não me parece nada ético assinar um documento que diz que eu tinha conhecimento prévio de uma coisa que na realidade eu não tinha.
Realmente, estas avaliações à Função Pública Style são mesmo transparentes. Estou impressionado e direi mesmo siderado, com a transparência, imparcialidade e isenção de todo este fantástico processo que, além de todas as qualidades atrás descritas ainda impõe quotas. Um viva para estes senhores, é que são mesmo espertos!
Viva!!!
É claro que há que acrescentar que, espertos são os cães e que eu não sou funcionário público, logo, se uns há que precisam mesmo da avaliação (e.g. tipo professores), outros há que podem «botar fogo no circo» (e.g. tipo eu). Portanto, «vamos botar fogo no circo» e gritar “Burn Babe Burn!” contra práticas abusivas, discriminatórias e arbitrárias no local de trabalho.
Para desempenharmos o nosso trabalho, a Comissão Europeia exige que consideremos todos os candidatos em pé de igualdade, com isenção, imparcialidade e rigor técnico, por isso, se trabalhamos numa instituição que se pauta por esses princípios, nada mais legítimo do que exigir que o mesmo tipo de tratamento e de comportamento seja aplicado a nível interno.
Atenção, note-se que eu não sou contra as avaliações, muito antes pelo contrário, sou totalmente a favor das avaliações (sem quotas, porque isso é tanga e é estúpido). Avaliar é necessário e é muitíssimo importante, agora não pode é ser conduzida por dirigentes irresponsáveis (e isto é para ser generoso, porque o adjectivo não é bem este).
Enfim, vou ver o que o advogado diz... sim, porque caso não tenham reparado falei sobre 2 assuntos diferentes. Um relacionado com a questão da avaliação e outro relacionado com o tema do “assédio moral” no local de trabalho que dá direito a processo em tribunal e cá me cheira que é onde isto tudo vai acabar.
sexta-feira, março 09, 2007
quinta-feira, março 08, 2007
quarta-feira, março 07, 2007
segunda-feira, março 05, 2007
KATHARSIS
Confesso que esta situação pode ser encarada como uma vantagem, ou pode ser encarada como uma desvantagem. Uma vantagem se encararmos as relações como um jogo (soma 0, ou +1, ou ainda -1 consoante as circunstâncias), uma desvantagem se encararmos as relações não como um jogo mas como qualquer coisa mais sublime que temos medo de perder se não formos aquilo que toda a gente pensa que somos.
Eu posiciono-me, clara e actualmente, na perspectiva das relações como um jogo embora não tenha sido sempre assim (principalmente durante a fase da adolescência em que parece que anda tudo um bocado estúpido).
Quando olhamos as relações como um jogo é um facto que pode acontecer muita coisa mas, a verdade, é que ninguém joga para perder caso contrário podemos estar perante 2 situações:
- Ou perder faz parte da estratégia para ganhar;
- Ou a criatura é bestialmente estúpida.
Distinguir entre uma situação e outra é que pode ser complicado e, normalmente, requer tempo e informação que, por vezes, escasseia. No entanto, dizem as regras que em caso de dúvida é melhor optar pela 1ª hipótese. Nunca se deve tratar ninguém como "estúpido" ou "ignorante" até porque isso pode ser potencialmente perigoso e em ambientes como o local de trabalho isso é, particularmente, verdade.
É claro que em qualquer local de trabalho é possível encontrar os estereótipos mais comuns como por exemplo:
- O engatatão; criatura bem-parecida que costuma ser bastante popular entre o sexo feminino. Diz umas larachas, ri-se imenso e normalmente acha que os outros estão a rir-se com ele quando na realidade é mais provável que se estejam a rir dele.
- O «Ass Kisser», também conhecido pelo lambe-botas; todas as organizações têm, pelo menos, um embora o número possa variar em função da dimensão da instituição. Estas criaturas são bastante perigosas porque vivem em função de um protagonismo que não têm mas, que esperam vir a alcançar e na maioria das vezes são mal-formadas.
- O medroso; criatura que, tal como o nome indica, tem medo de tudo até da própria sombra. Todas as organizações têm, pelo menos, um também. Dizem mal de tudo e de todos e apesar de serem, relativamente, inofensivos não se pode contar com eles visto que são os primeiros a fugir do campo de batalha.
- «The bomb shell»; criatura do sexo feminino que gostava de ser a irmã gémea da Angelina Jolie mas falta-lhe um bocadinho assim. Não servem para muito excepto para aquilo que é óbvio visto que é esse o papel que desempenham. São tão perigosas como os "Ass Kissers" porque por qualquer coisa podem sentir-se despeitadas.
- As «Cheer Leaders» organizacionais; criatura ou grupo de criaturas popularuchas, normalmente, histéricas e vestidas de cor-de-rosa com uns pompons, cujas cabecinhas todas juntas formam um túnel de vento. Vivem do protagonismo, fazem as suas gracinhas e esperam que o público lhes atire uns amendoíns. Individualmente são inofensivas, em grupo são bastante perigosas.
- Os outros; criaturas que não se incluem nas categorias acima definidas.
Aqui, tal como - presumo eu - noutros sítios há uma coisa que irrita, "beyond all recognition", as chefias no geral. Cheguei à triste conclusão que as chefias não gostam de pessoas discretas, pouco dadas a conversas de corredor e pouco dadas a manifestações de afecto (de qualquer tipo). De uma forma muito resumida, não gostam pessoas distantes, altivas, nada emocionais e com o péssimo hábito de pensar antes de abrir a boca.
Ficam danados da vida e encaram-nos como uma verdadeira ameaça quando, na realidade deviam-nos encarar como um bilhete de lotaria premiado.
Na minha inocência pergunto-me então: Não será suposto ser-se assim? Não será suposto, quando se trabalha, que as ideias e os factos sejam expressos de uma maneira objectiva, correcta, clara e consistente? Isto não será somente possível se pensarmos antes de abrir a boca e se as fontes sustentarem devidamente um argumento?
Nesta perspectiva, não será qualquer decisão tomada com base em considerações subjectivas, pessoais e emocionais, completamente arbitrária, insustentável, descabida e basicamente sem tem valor nenhum? Claro que é. Não é lógico pensar-se de outra forma.
Então, mas não é que as pessoas ficam muito aborrecidas quando são confrontadas com isto? Quer dizer, é que depois há umas que ficam mesmo, mesmo «chateadas» e levam a mal chegando a pensar que lhes estamos a minar a autoridade quando na realidade estamos apenas a adverti-los que não é uma boa ideia decidir arbitrariamente e que isso pode ter consequências graves. E ainda ficam piores quando se sustentam os argumentos com documentos e com legislação, aí é que ficam mesmo doentes.
Eu confesso que sou um cepo sentimental. Mais depressa empatizo com uma pedra da calçada do que com outra pessoa e esse é um defeito bastante grande, que quando combinado com um génio temperamental torna-me num elemento explosivo. Mas, se ignorarmos este pequeno detalhe (que não se manifesta a toda a hora), sou um espírito analítico que passa metade do tempo a arranjar soluções para problemas teóricos e a outra metade a tentar arranjar maneiras eficazes de as implementar, sendo que no processo jamais largo o osso enquanto o meu intelecto não estiver satisfeito. Não tenho espaço nem tempo para considerações sentimentais ou emocionais (além disso essas questões ou me fazem rir, ou me fazem chamar nomes às pessoas e qualquer uma delas é um bocado má), e nem sequer estou equipado para as compreender.
Bom, este foi um breve momento catártico que já acabou.
sexta-feira, março 02, 2007
MAIS UM BLOGUE DA FAMÍLIA
Se querem conhecer o patriarca vejam o RAM .



