
"Whenever a theory appears to you as the only possible one, take this as a sign that you have neither understood the theory nor the problem which it was intended to solve". - Karl Popper
quinta-feira, maio 29, 2008
quarta-feira, maio 28, 2008
ONDE ANDEI NESTES ÚLTIMOS DIAS?
Thessaloniki!!!30ºC durante o dia.
27ºC à meia-noite.
A gasolina a 1,14€ (sim os barris de petróleo e o dólar só sobem em Portugal, na Grécia não sobem).
Os gregos são um espectáculo!
Têm uma língua lixada.
Uns sinais que não se percebem "um boi" (nem quando estão escritos com as letras ocidentais).
Adorei aquilo!
Vou candidatar-me para trabalhar lá. Já não tenho paciência para aturar as bestialidades dos políticos portugueses e dos restantes abutres que andam ali à volta da carniça.
sexta-feira, maio 23, 2008
100% A FAVOR DO BOICOTE

terça-feira, maio 13, 2008
PORTUGAL - O MISTÉRIO DOS BALCÕES FECHADOS
Exemplo #1: As caixas dos hipermercados.
Uma extensão gigantesca de caixas para pagar, mas só algumas é que estão abertas.
Exemplo #2: As caixas do check-in do aeroporto da Portela.
Uma extensão gigantesca de caixas de check-in, mas só algumas é que estão abertas.
Exemplo #3: As caixas de um supermercado médio.
Em cinco caixas, apenas uma está a funcionar.
Exemplo #4: As caixas dos Bancos
Podem ter uma data de caixas, mas só uma está a funcionar.
Exemplo #5: As caixas das estações do Correio.
Podem ter cinco caixas, mas só uma é que está a funcionar
So on and so forth.
Resultado: Filas de espera.
Hipótese #1: Têm caixas a mais.
Hipótese #2: Têm trabalhadores a menos.
Hipótese #3: Têm clientes a mais.
Hipótese #4: Têm caixas e clientes a mais e trabalhadores a menos.
Conclusão #1: Não sabem gerir espaços.
Conclusão #2: Não sabem gerir pessoas.
Conclusão #3: Não sabem gerir espaços nem pessoas.
Conclusão #4: Nunca ninguém tem clientes a mais.
segunda-feira, maio 12, 2008
DIZ O DN DE HOJE
Amei!
Lindo!
Mas como a estupidez não tem limites, a asneira continua com: «Com esta norma, o Governo vem promover a conversão dos contratos precários em contratos sem termo. »
Nota:
Código do Trabalho
Divisão II - Termo Certo
Artigo 139 º - Duração
1. O contrato a termo certo dura pelo período acordado, não podendo exceder três anos, incluindo renovações, nem ser renovado mais de duas vezes, sem prejuízo do disposto no número seguinte.
2. Decorrido o período de três anos ou verificado o número máximo de renovações a que se refere o número anterior, o contrato pode, no entanto, ser objecto de mais uma renovação desde que a respectiva duração não seja inferior a um nem superior a três anos.
3. A duração máxima do contrato a termo certo, incluíndo renovações, não pode exceder os dois anos nos casos previstos no n.º 3 do artigo 129º, salvo quando se tratar de trabalhadores à procura de primeiro emprego cuja contratação a termo não pode exceder os 18 meses.
Artigo 145º - Contrato sem termo
1. Considera-se contratado sem termo o trabalhador que permaneça no desempenho da sua actividade após a data da produção de efeitos da denúncia ou, na falta desta, decorridos 15 dias depois da conclusão da actividade, serviço, obra ou projecto para que haja sido contratado ou o regresso do trabalhador substituído ou a cessação do contrato deste.
2. Na situação a que se refere o número anterior, a antiguidade do trabalhador conta-se desde o início da prestação do trabalho.
Portanto, e à laia de conclusão, como o governo já não deve saber às quantas anda com as contratações que tem, a saída mais airosa que encontraram foi dizer "Vamos transformar os contratos a prazo em contratos sem termo" que por mera coincidência, é algo que está previsto no Código de Trabalho e que para ser aplicado a única coisa que a entidade empregadora tem de fazer é estar quieta.
Sim senhor!
Assim também eu sei fazer política.
domingo, maio 11, 2008
POR VEZES...
Aposto que ganhava muito mais dinheiro!
Será que têm cursos de Direito nas Novas Oportunidades?
Vou averiguar.
sexta-feira, maio 09, 2008
DIZ...
Quer queiram, quer não.
Note-se a utilização apropriada das palavras.
A «Sinhora» não disse «educar todos». Disse, sim, «escolarizar todos». É diferente.
Educar é uma relação, pelo menos, bi-direccional e dinâmica entre o ensinar e o aprender, cujo objectivo é o conhecimento.
Escolarizar é uma relação unidireccional, em que o interlocutor A transmite informação e o interlocutor B se quiser apanhar, apanha, se não quiser apanhar desenrasque-se. Azar o seu. Assim como assim, o objectivo é só passar informação. O que é o outro faz com a informação é lá com ele, "not our problem".
Neste sentido, a D.ª Milú está coberta de razão. Os chumbos são - de facto - um instrumento retrógrado.
Mas e daí... tudo depende de que tipo de sociedade queremos construir, não é verdade?