quarta-feira, maio 28, 2008

ONDE ANDEI NESTES ÚLTIMOS DIAS?

Thessaloniki!!!
30ºC durante o dia.
27ºC à meia-noite.
A gasolina a 1,14€ (sim os barris de petróleo e o dólar só sobem em Portugal, na Grécia não sobem).
Os gregos são um espectáculo!
Têm uma língua lixada.
Uns sinais que não se percebem "um boi" (nem quando estão escritos com as letras ocidentais).
Adorei aquilo!
Vou candidatar-me para trabalhar lá. Já não tenho paciência para aturar as bestialidades dos políticos portugueses e dos restantes abutres que andam ali à volta da carniça.

sexta-feira, maio 23, 2008

100% A FAVOR DO BOICOTE


Começam a tornar-se muito irritantes as atitudes arrogantes da petrolífera portuguesa, principalmente, quando somos nós que lhes pagamos não só o combustível, como também os belos salários auferidos pela sua administração.
Não sei se já repararam, mas a gasolina está quase a 1,50 € (que na moeda antiga são 300$00), para isto mais vale por os carros a andarem a Coca-Cola.
Diz o Semanário Económico (aqui) que o boicote que a GALP arrisca ter uma quebra de vendas de 13 milhões de euros se a sociedade cívil aderir a este boicote, pessoalmente, acho que deviam perder ainda mais e acho também que a sociedade cívil devia aderir em massa. No entanto, esta é uma questão de consciência de cada um de nós.
No que toca à minha pessoa, posso garantir-vos que não porei os pés em nenhuma estação da GALP.

terça-feira, maio 13, 2008

PORTUGAL - O MISTÉRIO DOS BALCÕES FECHADOS


Exemplo #1: As caixas dos hipermercados.

Uma extensão gigantesca de caixas para pagar, mas só algumas é que estão abertas.

Exemplo #2: As caixas do check-in do aeroporto da Portela.

Uma extensão gigantesca de caixas de check-in, mas só algumas é que estão abertas.

Exemplo #3: As caixas de um supermercado médio.

Em cinco caixas, apenas uma está a funcionar.

Exemplo #4: As caixas dos Bancos

Podem ter uma data de caixas, mas só uma está a funcionar.

Exemplo #5: As caixas das estações do Correio.

Podem ter cinco caixas, mas só uma é que está a funcionar

So on and so forth.

Resultado: Filas de espera.

Hipótese #1: Têm caixas a mais.

Hipótese #2: Têm trabalhadores a menos.

Hipótese #3: Têm clientes a mais.

Hipótese #4: Têm caixas e clientes a mais e trabalhadores a menos.

Conclusão #1: Não sabem gerir espaços.

Conclusão #2: Não sabem gerir pessoas.

Conclusão #3: Não sabem gerir espaços nem pessoas.

Conclusão #4: Nunca ninguém tem clientes a mais.

segunda-feira, maio 12, 2008

UMA NOVA ABORDAGEM À SEGUNDA GUERRA MUNDIAL

DIZ O DN DE HOJE

«Contratados a prazo vão ter prioridade no Estado» e continua com o blá blá blá político do costume a dizer que como são bonzinhos o pessoal contratado vai ter prioridade nos concursos do estado!

Amei!

Lindo!

Mas como a estupidez não tem limites, a asneira continua com: «Com esta norma, o Governo vem promover a conversão dos contratos precários em contratos sem termo. »

Nota:
Código do Trabalho
Divisão II - Termo Certo

Artigo 139 º - Duração

1. O contrato a termo certo dura pelo período acordado, não podendo exceder três anos, incluindo renovações, nem ser renovado mais de duas vezes, sem prejuízo do disposto no número seguinte.

2. Decorrido o período de três anos ou verificado o número máximo de renovações a que se refere o número anterior, o contrato pode, no entanto, ser objecto de mais uma renovação desde que a respectiva duração não seja inferior a um nem superior a três anos.

3. A duração máxima do contrato a termo certo, incluíndo renovações, não pode exceder os dois anos nos casos previstos no n.º 3 do artigo 129º, salvo quando se tratar de trabalhadores à procura de primeiro emprego cuja contratação a termo não pode exceder os 18 meses.

Artigo 145º - Contrato sem termo

1. Considera-se contratado sem termo o trabalhador que permaneça no desempenho da sua actividade após a data da produção de efeitos da denúncia ou, na falta desta, decorridos 15 dias depois da conclusão da actividade, serviço, obra ou projecto para que haja sido contratado ou o regresso do trabalhador substituído ou a cessação do contrato deste.

2. Na situação a que se refere o número anterior, a antiguidade do trabalhador conta-se desde o início da prestação do trabalho.

Portanto, e à laia de conclusão, como o governo já não deve saber às quantas anda com as contratações que tem, a saída mais airosa que encontraram foi dizer "Vamos transformar os contratos a prazo em contratos sem termo" que por mera coincidência, é algo que está previsto no Código de Trabalho e que para ser aplicado a única coisa que a entidade empregadora tem de fazer é estar quieta.

Sim senhor!
Assim também eu sei fazer política.

domingo, maio 11, 2008

POR VEZES...

Dou comigo a pensar se não deveria ter tirado o curso de Direito em vez de ter tirado o de Relações Internacionais...

Aposto que ganhava muito mais dinheiro!

Será que têm cursos de Direito nas Novas Oportunidades?

Vou averiguar.

sexta-feira, maio 09, 2008

DIZ...

D.ª Milú, in Semanário Sol (e confirmada na entrevista à TVI), «Os chumbos são um instrumento retrógrado», sendo que a ideia peregrina é «escolarizar todos», acrescente-se a qualquer custo.

Quer queiram, quer não.

Note-se a utilização apropriada das palavras.

A «Sinhora» não disse «educar todos». Disse, sim, «escolarizar todos». É diferente.

Educar é uma relação, pelo menos, bi-direccional e dinâmica entre o ensinar e o aprender, cujo objectivo é o conhecimento.

Escolarizar é uma relação unidireccional, em que o interlocutor A transmite informação e o interlocutor B se quiser apanhar, apanha, se não quiser apanhar desenrasque-se. Azar o seu. Assim como assim, o objectivo é só passar informação. O que é o outro faz com a informação é lá com ele, "not our problem".

Neste sentido, a D.ª Milú está coberta de razão. Os chumbos são - de facto - um instrumento retrógrado.

Mas e daí... tudo depende de que tipo de sociedade queremos construir, não é verdade?