...Franceses é claro :-)))
++++++++++
Q: Where can you find over 59 million French jokes?
A: In France.
Q: What do you do if you drive over a French man?
A: REVERSE!
Q: Why did the French plant trees along the Champs Elysees?
A: So the Germans could march in the shade.
"Finally, this week the French soldiers have showed up in Afghanistan. Figures — just like the French to show up after the hard work has been done." — Jay Leno
+++++++++++++
Breve resumo da história de França
Gallic Wars - Lost. In a war whose ending foreshadows the next 2000 years of French history, France is conquered by of all things, an Italian.
Hundred Years War - Mostly lost, saved at last by female schizophrenic who inadvertently creates The First Rule of French Warfare; "France's armies are victorious only when not led by a Frenchman."
Italian Wars - Lost. France becomes the first and only country to ever lose two wars when fighting Italians.
Wars of Religion - France goes 0-5-4 against the Huguenots
Thirty Years War - France is technically not a participant, but manages to get invaded anyway. Claims a tie on the basis that eventually the other participants started ignoring her.
War of Devolution - Tied. Frenchmen take to wearing red flowerpots as chapeaux.
The Dutch War - Tied
War of the Augsburg League/King William's War/French and Indian War - Lost, but claimed as a tie. Three ties in a row induces deluded Frogophiles the world over to label the period as the height of French military power.
War of the Spanish Succession - Lost.
American Revolution - In a move that will become quite familiar to future Americans, France claims a win even though the English colonists saw far more action. This is later known as "de Gaulle Syndrome", and leads to the Second Rule of French Warfare; "France only wins when America does most of the fighting."
French Revolution - Won, primarily due the fact that the opponent was also French.
The Napoleonic Wars - Lost. Temporary victories (remember the First Rule!) due to leadership of a Corsican, who ended up being no match for a British footwear designer.
The Franco-Prussian War - Lost. Germany first plays the role of drunk Frat boy to France's ugly girl home alone on a Saturday night.
World War I - Tied and on the way to losing.
World War II - Lost. Conquered French liberated by the United States and Britain just as they finish learning the Horst Wessel Song.
War in Indochina - Lost. French forces plead sickness, take to bed with the Dien Bien Flu
Algerian Rebellion - Lost. Loss marks the first defeat of a western army by a Non-Turkic Muslim force since the Crusades, and produces the First Rule of Muslim Warfare; "We can always beat the French." This rule is identical to the First Rules of the Italians, Russians, Germans, English, Dutch, Spanish, Vietnamese and Esquimaux.
War on Terrorism - France, keeping in mind its recent history, surrenders to Germans and Muslims just to be safe. Attempts to surrender to Vietnamese ambassador fail after he takes refuge in a McDonald's.
"Whenever a theory appears to you as the only possible one, take this as a sign that you have neither understood the theory nor the problem which it was intended to solve". - Karl Popper
terça-feira, junho 22, 2004
"WE'RE NOT GOING HOME!"
Cantavam ontem alegremente os nossos convivas britânicos...
Bom, pelo menos não vão para casa até à próxima quinta-feira. Depois, não sei. De qualquer forma confesso que é muito aborrecido termos de jogar contra a Inglaterra. Devíamos jogar antes contra aqueles Franceses rançosos. E se querem que vos diga, depois até podíamos perder os outros jogos mas o nosso orgulho nacional ía estar nos píncaros por termos derrotado os Espanhóis e os Franceses.
É claro que o mesmo problema também se coloca aos nossos amigos Ingleses, pois também eles querem ajustar contas com os Franceses. Assim sendo o que vai acabar por acontecer na quinta-feira, é que aquilo se vai tornar num jogo para decidir qual das equipa vai ter a oportunidade de ir bater nos Franceses.
Ou seja, o objectivo primário desvia-se ligeiramente da taça para o ir «bater nos franceses». Contudo se porventura se conseguir a taça dos campeões Europeus pelo caminho, tanto melhor. É uma espécie de 2em1 futebolístico. Enfim, que ganhe o melhor.
Por falar nisso... As taxas de juro vão subir mais dia menos dia (o que é uma notícia porreira para quem tem empréstimos à habitação), ainda não houve remodelação no governo (devem estar à espera que Portugal ganhe, para ver se o pessoal se esquece), e o preço da gasolina baixou outra vez... é claro que não baixa tão depressa como aumenta, mas fica registado que não andamos aqui a dormir, nem estamos anestesiados com esta história do futebol. Aquilo que foi dado aos grandes mestres da «culigação», foi apenas uma pequena trégua. Nada mais.
Bom, pelo menos não vão para casa até à próxima quinta-feira. Depois, não sei. De qualquer forma confesso que é muito aborrecido termos de jogar contra a Inglaterra. Devíamos jogar antes contra aqueles Franceses rançosos. E se querem que vos diga, depois até podíamos perder os outros jogos mas o nosso orgulho nacional ía estar nos píncaros por termos derrotado os Espanhóis e os Franceses.
É claro que o mesmo problema também se coloca aos nossos amigos Ingleses, pois também eles querem ajustar contas com os Franceses. Assim sendo o que vai acabar por acontecer na quinta-feira, é que aquilo se vai tornar num jogo para decidir qual das equipa vai ter a oportunidade de ir bater nos Franceses.
Ou seja, o objectivo primário desvia-se ligeiramente da taça para o ir «bater nos franceses». Contudo se porventura se conseguir a taça dos campeões Europeus pelo caminho, tanto melhor. É uma espécie de 2em1 futebolístico. Enfim, que ganhe o melhor.
Por falar nisso... As taxas de juro vão subir mais dia menos dia (o que é uma notícia porreira para quem tem empréstimos à habitação), ainda não houve remodelação no governo (devem estar à espera que Portugal ganhe, para ver se o pessoal se esquece), e o preço da gasolina baixou outra vez... é claro que não baixa tão depressa como aumenta, mas fica registado que não andamos aqui a dormir, nem estamos anestesiados com esta história do futebol. Aquilo que foi dado aos grandes mestres da «culigação», foi apenas uma pequena trégua. Nada mais.
segunda-feira, junho 21, 2004
HOJE NÃO VOU DIZER MAL DE NINGUÉM.
Ou pelo menos, vou tentar não dizer mal de ninguém... se bem que isto vai um bocado contra a minha natureza eenquanto indíviduo e enquanto portador do património genético português. Logo, compreenda-se que isto envolve um esforço adicional da minha pessoa.
É verdade, estou contente. Apesar da nossa selecção se ter visto Grega para passar aos quartos de final, a verdade é que passaram. E até podemos perder o próximo jogo (desde que não seja contra os Franceses), mas ganhámos aos Espanhóis :-) Confesso que a mística não está no ganhar em si, mas sim no ganhar contra os malvados dos castelhanos e reavivar a memória colectiva dos aureos tempos do grande Império Português.
A propósito, os nossos aliados de longa data (a.k.a Ingleses), estavam um pouco excitados na passada sexta-feira e mais uma vez envolveram-se numa amistosa relação de dar-e-receber (se bem que nós somos uns mãos largas e damos sempre mais do que recebemos), com a GNR em Albufeira. Ora, até aquela data eu não conseguia compreender porque é que os moços bebiam tanto, mas depois de ver as imagens na televisão compreendo o tamanho de tal frustração. Senão reparem, numa das imagens que passou andava um indígena - visivelmente inebriado e sem qualquer sentido de pudor - pulando alegremente de copo na mão, mostrando a quem quisesse ver que não se tratava de um transsexual e que, apesar das suas pequenas dimensões, tinha muito orgulho nisso.
Aquilo sim, foi como que um grito de libertação dizendo: «Sim! Somos pequinitos, mas grandes de espírito!». Aquele moço teve a coragem de o fazer à frente da televisão para que todos vissem, mas compreende-se que os seus conterrâneos se sintam mais acanhados e por isso se refugiem na bebida. Atenção, isto não é dizer mal. Dizer mal seria se eu tivesse escrito qualquer coisa como: «O quê, mas aquilo serve para alguma coisa? É que se é só aquilo que têm para mostrar, realmente é melhor esconder e apanhar uma piela».
Mas adiante, que fique registado que em qualquer um dos casos a esperança é a última a morrer.
É verdade, estou contente. Apesar da nossa selecção se ter visto Grega para passar aos quartos de final, a verdade é que passaram. E até podemos perder o próximo jogo (desde que não seja contra os Franceses), mas ganhámos aos Espanhóis :-) Confesso que a mística não está no ganhar em si, mas sim no ganhar contra os malvados dos castelhanos e reavivar a memória colectiva dos aureos tempos do grande Império Português.
A propósito, os nossos aliados de longa data (a.k.a Ingleses), estavam um pouco excitados na passada sexta-feira e mais uma vez envolveram-se numa amistosa relação de dar-e-receber (se bem que nós somos uns mãos largas e damos sempre mais do que recebemos), com a GNR em Albufeira. Ora, até aquela data eu não conseguia compreender porque é que os moços bebiam tanto, mas depois de ver as imagens na televisão compreendo o tamanho de tal frustração. Senão reparem, numa das imagens que passou andava um indígena - visivelmente inebriado e sem qualquer sentido de pudor - pulando alegremente de copo na mão, mostrando a quem quisesse ver que não se tratava de um transsexual e que, apesar das suas pequenas dimensões, tinha muito orgulho nisso.
Aquilo sim, foi como que um grito de libertação dizendo: «Sim! Somos pequinitos, mas grandes de espírito!». Aquele moço teve a coragem de o fazer à frente da televisão para que todos vissem, mas compreende-se que os seus conterrâneos se sintam mais acanhados e por isso se refugiem na bebida. Atenção, isto não é dizer mal. Dizer mal seria se eu tivesse escrito qualquer coisa como: «O quê, mas aquilo serve para alguma coisa? É que se é só aquilo que têm para mostrar, realmente é melhor esconder e apanhar uma piela».
Mas adiante, que fique registado que em qualquer um dos casos a esperança é a última a morrer.
domingo, junho 20, 2004
ALJUBARROTA FOREVER!!!!!
Ganhámos!!!! WEEEEEEEEEEEEEEEE!!!!
Palavras p'ra quê? É um clássico, sempre que os espanhóis nos encostam à parede acabam sempre por perder. :)))
Palavras p'ra quê? É um clássico, sempre que os espanhóis nos encostam à parede acabam sempre por perder. :)))
Subscrever:
Mensagens (Atom)