terça-feira, junho 22, 2004

MAIS PIADAS DE MAU GOSTO SOBRE...

...Franceses é claro :-)))

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Q: Where can you find over 59 million French jokes?
A: In France.

Q: What do you do if you drive over a French man?
A: REVERSE!

Q: Why did the French plant trees along the Champs Elysees?
A: So the Germans could march in the shade.

"Finally, this week the French soldiers have showed up in Afghanistan. Figures — just like the French to show up after the hard work has been done." — Jay Leno

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Breve resumo da história de França

Gallic Wars - Lost. In a war whose ending foreshadows the next 2000 years of French history, France is conquered by of all things, an Italian.

Hundred Years War - Mostly lost, saved at last by female schizophrenic who inadvertently creates The First Rule of French Warfare; "France's armies are victorious only when not led by a Frenchman."

Italian Wars - Lost. France becomes the first and only country to ever lose two wars when fighting Italians.

Wars of Religion - France goes 0-5-4 against the Huguenots

Thirty Years War - France is technically not a participant, but manages to get invaded anyway. Claims a tie on the basis that eventually the other participants started ignoring her.

War of Devolution - Tied. Frenchmen take to wearing red flowerpots as chapeaux.

The Dutch War - Tied

War of the Augsburg League/King William's War/French and Indian War - Lost, but claimed as a tie. Three ties in a row induces deluded Frogophiles the world over to label the period as the height of French military power.

War of the Spanish Succession - Lost.

American Revolution - In a move that will become quite familiar to future Americans, France claims a win even though the English colonists saw far more action. This is later known as "de Gaulle Syndrome", and leads to the Second Rule of French Warfare; "France only wins when America does most of the fighting."

French Revolution - Won, primarily due the fact that the opponent was also French.

The Napoleonic Wars - Lost. Temporary victories (remember the First Rule!) due to leadership of a Corsican, who ended up being no match for a British footwear designer.

The Franco-Prussian War - Lost. Germany first plays the role of drunk Frat boy to France's ugly girl home alone on a Saturday night.

World War I - Tied and on the way to losing.

World War II - Lost. Conquered French liberated by the United States and Britain just as they finish learning the Horst Wessel Song.

War in Indochina - Lost. French forces plead sickness, take to bed with the Dien Bien Flu

Algerian Rebellion - Lost. Loss marks the first defeat of a western army by a Non-Turkic Muslim force since the Crusades, and produces the First Rule of Muslim Warfare; "We can always beat the French." This rule is identical to the First Rules of the Italians, Russians, Germans, English, Dutch, Spanish, Vietnamese and Esquimaux.

War on Terrorism - France, keeping in mind its recent history, surrenders to Germans and Muslims just to be safe. Attempts to surrender to Vietnamese ambassador fail after he takes refuge in a McDonald's.


"WE'RE NOT GOING HOME!"

Cantavam ontem alegremente os nossos convivas britânicos...

Bom, pelo menos não vão para casa até à próxima quinta-feira. Depois, não sei. De qualquer forma confesso que é muito aborrecido termos de jogar contra a Inglaterra. Devíamos jogar antes contra aqueles Franceses rançosos. E se querem que vos diga, depois até podíamos perder os outros jogos mas o nosso orgulho nacional ía estar nos píncaros por termos derrotado os Espanhóis e os Franceses.

É claro que o mesmo problema também se coloca aos nossos amigos Ingleses, pois também eles querem ajustar contas com os Franceses. Assim sendo o que vai acabar por acontecer na quinta-feira, é que aquilo se vai tornar num jogo para decidir qual das equipa vai ter a oportunidade de ir bater nos Franceses.

Ou seja, o objectivo primário desvia-se ligeiramente da taça para o ir «bater nos franceses». Contudo se porventura se conseguir a taça dos campeões Europeus pelo caminho, tanto melhor. É uma espécie de 2em1 futebolístico. Enfim, que ganhe o melhor.

Por falar nisso... As taxas de juro vão subir mais dia menos dia (o que é uma notícia porreira para quem tem empréstimos à habitação), ainda não houve remodelação no governo (devem estar à espera que Portugal ganhe, para ver se o pessoal se esquece), e o preço da gasolina baixou outra vez... é claro que não baixa tão depressa como aumenta, mas fica registado que não andamos aqui a dormir, nem estamos anestesiados com esta história do futebol. Aquilo que foi dado aos grandes mestres da «culigação», foi apenas uma pequena trégua. Nada mais.

segunda-feira, junho 21, 2004

HOJE NÃO VOU DIZER MAL DE NINGUÉM.

Ou pelo menos, vou tentar não dizer mal de ninguém... se bem que isto vai um bocado contra a minha natureza eenquanto indíviduo e enquanto portador do património genético português. Logo, compreenda-se que isto envolve um esforço adicional da minha pessoa.

É verdade, estou contente. Apesar da nossa selecção se ter visto Grega para passar aos quartos de final, a verdade é que passaram. E até podemos perder o próximo jogo (desde que não seja contra os Franceses), mas ganhámos aos Espanhóis :-) Confesso que a mística não está no ganhar em si, mas sim no ganhar contra os malvados dos castelhanos e reavivar a memória colectiva dos aureos tempos do grande Império Português.

A propósito, os nossos aliados de longa data (a.k.a Ingleses), estavam um pouco excitados na passada sexta-feira e mais uma vez envolveram-se numa amistosa relação de dar-e-receber (se bem que nós somos uns mãos largas e damos sempre mais do que recebemos), com a GNR em Albufeira. Ora, até aquela data eu não conseguia compreender porque é que os moços bebiam tanto, mas depois de ver as imagens na televisão compreendo o tamanho de tal frustração. Senão reparem, numa das imagens que passou andava um indígena - visivelmente inebriado e sem qualquer sentido de pudor - pulando alegremente de copo na mão, mostrando a quem quisesse ver que não se tratava de um transsexual e que, apesar das suas pequenas dimensões, tinha muito orgulho nisso.

Aquilo sim, foi como que um grito de libertação dizendo: «Sim! Somos pequinitos, mas grandes de espírito!». Aquele moço teve a coragem de o fazer à frente da televisão para que todos vissem, mas compreende-se que os seus conterrâneos se sintam mais acanhados e por isso se refugiem na bebida. Atenção, isto não é dizer mal. Dizer mal seria se eu tivesse escrito qualquer coisa como: «O quê, mas aquilo serve para alguma coisa? É que se é só aquilo que têm para mostrar, realmente é melhor esconder e apanhar uma piela».

Mas adiante, que fique registado que em qualquer um dos casos a esperança é a última a morrer.

domingo, junho 20, 2004

ALJUBARROTA FOREVER!!!!!

Ganhámos!!!! WEEEEEEEEEEEEEEEE!!!!

Palavras p'ra quê? É um clássico, sempre que os espanhóis nos encostam à parede acabam sempre por perder. :)))