Por acaso, não era sobre isto que eu ia falar. Primeiro tinha pensado em falar sobre o aeroporto da OTA e o TGV... outra vez, depois tinha pensado em falar sobre o problema do não crescimento demográfico em Portugal... que era uma novidade. Agora vi esta notícia sobre a fuga de cérebros para o estrangeiro e pensei; «É que é isto mesmo que está a acontecer ao pessoal! Os cérebros estão todos a fugir para o estrangeiro e os que não conseguiram, estão escondidos em parte incerta, ou, quiçá, de férias."
Conclusão, a verdade é que se pensarmos bem, todos os problemas do país prendem-se com este fenómeno da fuga dos cérebros em qualquer que seja a sua acepção. Bom, o relatório do banco mundial refere que 20% dos licenciados Portugueses fogem para outro sítio onde tenham melhores condições para desenvolver as suas actividades. Pessoalmente, fazem eles muito bem que isto aqui não vai a lado nenhum e se aqui continuassem, como não arranjariam emprego por falta de 5 anos de experiência, teriam de continuar a estudar. Continuando a estudar, depois não arranjariam emprego por excesso de qualificações. É claro que haveria sempre a hipótese de omitir algumas habilitações em excesso só para ver se arranjavam um empregozito, mas depois tinham outro problema. É que omitir habilitações académicas é crime e para efeitos de promoção no local de trabalho, as licenciaturas ou os Mestrados não aparecem de um dia para o outro. Ou seja, aqui está uma pescadinha de rabo na boca.
Outra coisa bestialmente interessante, aqui em Portugal, é ver pessoas licenciadas nas mais diversas áreas a desempenharem funções para as quais não adquiriram qualquer tipo de competências base. Por exemplo, colocar uma psicóloga a desempenhar funções de gestão é anedótico, só para não dizer que é totalmente idiota, imbecil e cretino. Como diria o Vírus, os porcos não dão leite, as vacas não dão ovos e as galinhas não dão presunto. Da mesma maneira que os psicólogos não são gestores, os advogados não são psicólogos e os gestores não são advogados... a não ser que tenham mais de 1 licenciatura (por acaso já pensei em fazer isso). É claro que isto já tem a ver com a fuga de outro tipo de cérebro para parte incerta.
Ora bolas, tenho de me ir embora porque tenho de ceder lugar, mas... Ainda não terminei o meu raciocinio que, ficará para mais tarde.
Conclusão, a verdade é que se pensarmos bem, todos os problemas do país prendem-se com este fenómeno da fuga dos cérebros em qualquer que seja a sua acepção. Bom, o relatório do banco mundial refere que 20% dos licenciados Portugueses fogem para outro sítio onde tenham melhores condições para desenvolver as suas actividades. Pessoalmente, fazem eles muito bem que isto aqui não vai a lado nenhum e se aqui continuassem, como não arranjariam emprego por falta de 5 anos de experiência, teriam de continuar a estudar. Continuando a estudar, depois não arranjariam emprego por excesso de qualificações. É claro que haveria sempre a hipótese de omitir algumas habilitações em excesso só para ver se arranjavam um empregozito, mas depois tinham outro problema. É que omitir habilitações académicas é crime e para efeitos de promoção no local de trabalho, as licenciaturas ou os Mestrados não aparecem de um dia para o outro. Ou seja, aqui está uma pescadinha de rabo na boca.
Outra coisa bestialmente interessante, aqui em Portugal, é ver pessoas licenciadas nas mais diversas áreas a desempenharem funções para as quais não adquiriram qualquer tipo de competências base. Por exemplo, colocar uma psicóloga a desempenhar funções de gestão é anedótico, só para não dizer que é totalmente idiota, imbecil e cretino. Como diria o Vírus, os porcos não dão leite, as vacas não dão ovos e as galinhas não dão presunto. Da mesma maneira que os psicólogos não são gestores, os advogados não são psicólogos e os gestores não são advogados... a não ser que tenham mais de 1 licenciatura (por acaso já pensei em fazer isso). É claro que isto já tem a ver com a fuga de outro tipo de cérebro para parte incerta.
Ora bolas, tenho de me ir embora porque tenho de ceder lugar, mas... Ainda não terminei o meu raciocinio que, ficará para mais tarde.
