Ora pois bem, continuando com a saga da ira dos sarracenos, da última vez tinha ficado de escrever sobre o sentimento de culpa do ocidente, assim sendo, cá vai bomba.
É do conhecimento geral que este sentimento de culpa existe, embora eu não saiba muito bem porquê, nem em relação ao quê. No entanto, não deixa de ser perfeitamente idiota e cretino. Tão idiota e tão cretino que faz com que os alemães ainda hoje peçam desculpa por terem morto 6 milhões de judeus. Se me perguntarem, é claro que é chato, mas já foi. Já era. Está na hora de ultrapassarem isso, não vale a pena chorarem sobre leite derramado, para além disso ainda não vi nenhum dirigente russo pedir desculpa pelos 20 milhões de compatriotas mortos durante o "reinado" de Estaline e todos continuam a dar-se bem.
Depois veio aquela do Papa João Paulo II pedir aos mouros que perdoassem as cruzadas por estas terem reconquistado o Santo Sepulcro, pergunta: Algum dia os sarracenos pediram desculpa por o terem conquistado? Não, pois não? Então p'ra que é que é essa cena do "ah desculpem lá qualquer coisinha e tal." Qualquer dia, temos - nós - também que lhes pedir desculpa, pelo D. Afonso Henriques vir lá de cima, à estalada, até Lisboa. Era só o que faltava! Mas com este ministro dos negócios estrangeiros qualquer dia estamos tão dobrados como os alemães quando perderam a guerra.
A seguir vem aquela história, de quem não sabe mais o que dizer, sobre os exploradores de recursos, sobre a pobreza no mundo, que malvadeza, ocidentais safadões etc. Amiguinhos! Já não há paciência para ouvir ladaínhas imbecis. Negócios, são negócios. Conhaque é conhaque. O maior erro do ocidente é dar-lhes de comer, porque enquanto houver alguém que os alimente, eles não têm necessidade de trabalhar e como não trabalham, estão desocupados e como estão desocupados, só pode dar em asneira. Porque para além de desocupados e medievais, são também analfabetos.
Mas é assim, enquanto forem medievais e analfabetos na casa deles, tudo bem. Ninguém tem nada a ver com isso. Quando querem ser medievais e analfabetos na casa dos outros é que a coisa já começa a mudar de figura. Ou melhor, deveria mudar de figura porque entretanto há por aí uns oportunistas hipócritas e pseudo-pacifistas que, ao abrigo do principio da tolerância e da solidariedade, dormem com esses analfabetos mediante o pagamento de uma prestação pecuniária. Vendem-se, portanto. O mais curioso é que, numa situação semelhante, às mulheres que andam na rua a fazer o mesmo, chamam-lhes prostitutas, mas enfim, são só curiosidades.
Eu não tenho qualquer problema com o passado, nem me envergonho dos 8 séculos de história de Portugal e jamais pediria desculpas, a quem quer que fosse, por isso. Se têm problemas com isso, azar! Procurem um especialista em patologias psiquiátricas.
É do conhecimento geral que este sentimento de culpa existe, embora eu não saiba muito bem porquê, nem em relação ao quê. No entanto, não deixa de ser perfeitamente idiota e cretino. Tão idiota e tão cretino que faz com que os alemães ainda hoje peçam desculpa por terem morto 6 milhões de judeus. Se me perguntarem, é claro que é chato, mas já foi. Já era. Está na hora de ultrapassarem isso, não vale a pena chorarem sobre leite derramado, para além disso ainda não vi nenhum dirigente russo pedir desculpa pelos 20 milhões de compatriotas mortos durante o "reinado" de Estaline e todos continuam a dar-se bem.
Depois veio aquela do Papa João Paulo II pedir aos mouros que perdoassem as cruzadas por estas terem reconquistado o Santo Sepulcro, pergunta: Algum dia os sarracenos pediram desculpa por o terem conquistado? Não, pois não? Então p'ra que é que é essa cena do "ah desculpem lá qualquer coisinha e tal." Qualquer dia, temos - nós - também que lhes pedir desculpa, pelo D. Afonso Henriques vir lá de cima, à estalada, até Lisboa. Era só o que faltava! Mas com este ministro dos negócios estrangeiros qualquer dia estamos tão dobrados como os alemães quando perderam a guerra.
A seguir vem aquela história, de quem não sabe mais o que dizer, sobre os exploradores de recursos, sobre a pobreza no mundo, que malvadeza, ocidentais safadões etc. Amiguinhos! Já não há paciência para ouvir ladaínhas imbecis. Negócios, são negócios. Conhaque é conhaque. O maior erro do ocidente é dar-lhes de comer, porque enquanto houver alguém que os alimente, eles não têm necessidade de trabalhar e como não trabalham, estão desocupados e como estão desocupados, só pode dar em asneira. Porque para além de desocupados e medievais, são também analfabetos.
Mas é assim, enquanto forem medievais e analfabetos na casa deles, tudo bem. Ninguém tem nada a ver com isso. Quando querem ser medievais e analfabetos na casa dos outros é que a coisa já começa a mudar de figura. Ou melhor, deveria mudar de figura porque entretanto há por aí uns oportunistas hipócritas e pseudo-pacifistas que, ao abrigo do principio da tolerância e da solidariedade, dormem com esses analfabetos mediante o pagamento de uma prestação pecuniária. Vendem-se, portanto. O mais curioso é que, numa situação semelhante, às mulheres que andam na rua a fazer o mesmo, chamam-lhes prostitutas, mas enfim, são só curiosidades.
Eu não tenho qualquer problema com o passado, nem me envergonho dos 8 séculos de história de Portugal e jamais pediria desculpas, a quem quer que fosse, por isso. Se têm problemas com isso, azar! Procurem um especialista em patologias psiquiátricas.


